Lagoa Seca deu início, nesta segunda-feira (6), ao Intercâmbio: Risco, prevenção e controle do caramujo africano, iniciativa que reúne pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), representantes de municípios do Território Borborema, instituições de pesquisa, entidades da agricultura familiar e gestores públicos para discutir estratégias de enfrentamento à espécie invasora.
A abertura aconteceu no Auditório do Centro Diocesano de Eventos São João XXIII e contou com a participação da prefeita Michelle Ribeiro, do vice-prefeito Paulinho Patriota, do secretário municipal de Agricultura e Abastecimento, Manuel Pereira, da diretora do Departamento de Meio Ambiente, Nohanna Andrade, além de representantes do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Lagoa Seca, da AS-PTA – Agricultura Familiar e Agroecologia, do Polo da Borborema, da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e de pesquisadores da Fiocruz.
Após a solenidade de abertura, teve início a programação técnica do intercâmbio, com aulas ministradas pelos pesquisadores sobre a identificação de caracóis terrestres e de água doce, além de estratégias de prevenção, manejo e controle do caramujo africano. O momento também proporcionou a troca de experiências entre pesquisadores, técnicos, gestores e representantes da sociedade civil, fortalecendo o diálogo entre a ciência e as ações desenvolvidas nos municípios.
A prefeita Michelle Ribeiro destacou a importância de Lagoa Seca sediar um evento dessa dimensão e reforçou o compromisso da gestão municipal com as ações de preservação ambiental e saúde pública. “Receber pesquisadores da Fiocruz e representantes de diversos municípios demonstra a importância de Lagoa Seca nesse debate. Esse intercâmbio fortalece o conhecimento técnico e contribui para que possamos desenvolver ações cada vez mais eficazes no controle do caramujo africano e na proteção da nossa população e do meio ambiente”, afirmou.
A programação do intercâmbio segue até a próxima sexta-feira (10), com atividades teóricas e práticas. Além das capacitações, os pesquisadores também realizarão trabalhos de campo em diferentes áreas do município, desenvolvendo ações de orientação, pesquisa e levantamento de informações sobre a ocorrência da espécie.
O intercâmbio é promovido em parceria com a Fiocruz, o Grupo de Pesquisa Agrobiodiversidade do Semiárido, a UEPB – Ciência na Mesa, na Sala e no Quintal, o Núcleo de Extensão Rural em Agroecologia (NERA) e a AS-PTA – Agricultura Familiar e Agroecologia, fortalecendo a integração entre instituições de pesquisa, poder público e sociedade na busca por soluções para o controle do caramujo africano.




















