O Hospital Geral Municipal Ana Maria Coutinho Ramalho, em Lagoa Seca, registrou um marco importante no começo da semana. Ao todo, 410 pessoas foram atendidas em apenas dois dias.
Os dados levam em consideração o feriadão de Tiradentes (20 e 21 de abril), demonstrando a capacidade de resposta e o compromisso da unidade com a população.
Durante o período, foram realizadas 234 consultas, 162 atendimentos em observação e 14 pequenas cirurgias como retirada de sinais, lipomas e intervenções em nervos.
O ritmo intenso de atendimentos seguiu também na quarta-feira (22), quando o hospital voltou a registrar alta demanda, com 237 pessoas atendidas em um único dia – número considerado recorde pela unidade. Toda a demanda foi acolhida, e os casos que necessitaram de regulação foram devidamente encaminhados.
Para reforçar o atendimento, dois médicos plantonistas estão sempre de prontidão diariamente. Os números refletem a eficiência da equipe de saúde, que atua de forma integrada para garantir assistência rápida e resolutiva.
A diretora do hospital, Danielle Medeiros, destacou o empenho da equipe diante da grande procura. “Tivemos dias bem movimentados, no entanto nossa turma esteve preparada para acolher cada paciente com responsabilidade, garantindo atendimento de qualidade e humanizado”, afirmou.
Já a secretária de Saúde, Cristiane Cavalcanti, comemorou os resultados alcançados. “Esses índices mostram que o hospital está estruturado e funcionando de forma eficaz, conseguindo atender o lagoassequense mesmo em períodos de maior demanda. É um reflexo do trabalho contínuo que vem sendo realizado para fortalecer a saúde no município”, ressaltou.
A qualidade do atendimento também é reconhecida por quem utiliza os serviços. A moradora do sítio Retiro, Maria da Guia, de 57 anos, que realiza curativos frequentes na unidade em decorrência de um acidente e também trata diabetes, elogiou o cuidado recebido. Segundo ela, o acompanhamento tem sido essencial para sua recuperação.
Outro exemplo é o de José Luís do Nascimento, morador do bairro Floriano. Pai de uma adolescente de 17 anos com paralisia cerebral, ele destaca a importância do suporte oferecido pelo setor. A filha necessita do uso contínuo de balão de oxigênio, e, de acordo com ele, o atendimento recebido faz toda a diferença. “Aqui sempre somos bem atendidos. Se não fosse esse suporte, seria muito difícil arcar com todos os custos”, relatou.











